segunda-feira, 28 de setembro de 2015

... E continua a tentativa de institucionalizar a intolerância

As religiões afro-brasileiras são totalmente contra quaisquer tipos de discriminação, como temos dito várias vezes. Porém é importante sempre manter esse tema em pauta, uma vez que na última semana (24/9) presenciamos como o preconceito se manifesta até mesmo na política. Desta vez foi o etnocentrismo, isto é, quando um sujeito ou determinado grupo julga-se superior aos demais, aliado à homofobia, que tomou conta da Câmara dos Deputados com a aprovação do texto de projeto que define família como união entre homem e mulher apenas, ou seja, heterossexual. Assim, esse lamentável fato vem ao encontro de nossas discussões sobre saúde na visão do Candomble, porque se trata de um exemplo de doença social. Então retomamos nosso vídeo "RAB Combatendo a Instituição da Intolerância", de 25 de junho deste ano, época em que discorremos sobre a agressão física contra a jovem Kaylane Campos, apedrejada por ser do Candomblé, a fim de expressar nosso repúdio a essa nova agressão contra a sociedade: novamente, dizemos não à institucionalização da intolerância.



Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve,
Babá Rivas T'Ogyion
Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”
Publicação 652

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