quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Parceria editorial: Arché e FTU juntas promovendo as Religiões Afro-brasileiras

Além do paradigmático GT das Escolas das Religiões Afro-brasileiras na ABHR, a FTU também marcou história com sua parceira, a Arché Editora, na publicação de 4 obras durante o mesmo evento. São livros de filhas espirituais, de uma mãe de santo teóloga formada pela FTU e a nova edição do renomado prof. Dsc. Sérgio Ferretti. Com a palavra, a editora Arché! Axé!

Umbanda e teologia da felicidade, de Fernanda L. Ribeiro, aluna formada teóloga pela FTU - Faculdade de Teologia Umbandista. O livro trata de um assunto conhecido de todos nós: a felicidade. Mas o que é felicidade? Como esse conceito mudou ao longo do tempo e como um adepto das religiões afro-brasileiras concilia a busca por felicidade com sua prática religiosa e seu dia a dia? É o que a autora investiga, dos templos gregos aos terreiros afro-brasileiros, a partir dos resultados de pesquisa de campo.

Fernanda L. Ribeiro apresenta bibliografia rica e exposições claras e sinceras de uma pesquisadora da academia, de uma filha de santo, enfim, de uma pessoa como todos nós.

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O Mito de Origem: uma revisão do ethos umbandista no discurso histórico, de Maria Elise. G. B. M. Rivas, sacerdotisa das Religiões Afro-brasileiras, teóloga formada pela Faculdade de Teologia Umbandista, da qual é vice-diretora.

Sobre o livro:

Zélio Fernandino de Morais foi o fundador da Umbanda. Verdade ou mito? Para tratar desse assunto, Maria Elise G. B. M. Rivas recorre à formação da identidade brasileira, ou das identidades, investigando relações entre suas matrizes constituintes e questionando momentos históricos estabelecidos como verdades imutáveis. Assim, a pesquisadora e sacerdotisa das religiões afro-brasileiras traz à tona os preconceitos e interesses de determinadas classes do tecido social que levaram ou - por quê não? - forçaram a história a demarcar dia, hora, lugar e profeta para a revelação de uma religião que não é única nem una, mas muitas e diversas, aduzindo argumentos e provas de sua prática antes mesmo de sua propalada fundação, por meio de personagens pouco conhecidos, como João de Camargo e Juca Rosa. 

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 "Afinal o que é Macumba?", da teóloga formada pela pela FTU - Faculdade de Teologia Umbandista, Michelle Esteves Soares.

Este livro aborda sucintamente este tema ainda polêmico para muitos: a Macumba. Religião, instrumento ou feitiço? A autora responde a essas e outras questões partindo de análise etimológica e analisando as mudanças sócio-históricas que permeiam o conceito de Macumba, em um texto fluido e informativo sobre o assunto.

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Relançamento da obra que se mostra cada vez mais atual no cenário dos estudos de ciências da religião, teologia, ciências sociais e antropologia: de 1995, Repensando o Sincretismo, de Sérgio Ferretti, ganha segunda edição, em trabalho conjunto da Arché Editora e Edusp.

O livro apresenta a pesquisa do autor e pesquisador sobre o tambor de mina na Casa das Minas e suas relações com origens africanas e o catolicismo: confluência de diversidades em uma só palavra, qual seja, o sincretismo, cada vez mais atual no universo das religiões afro-brasileiras.

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Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá
Rivas Neto (Arhapiagha) – Sacerdote Médico
Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”
Publicação 406

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