segunda-feira, 20 de maio de 2013

Religiões afro-brasileiras - Comportamento, avanços e retrocessos




Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá
Rivas Neto (Arhapiagha) – Sacerdote Médico
Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”
Publicação 358

4 comentários:

  1. Não há mestres de mãos vazias!
    Em seu post desta segunda-feira nosso mestre enfatiza a importância de vivenciar a diversidade e que a porosidade das religiões afro brasileiras possibilita esta vivência de forma respeitosa. Diz o mestre que nos dias de hoje, tem mais oportunidades em praticar os aspectos esotéricos das religiões afro brasileiras do que antes, e muitos que no hoje o criticam, somente tiveram oportunidade em ver parte desta vivência e não aprenderam nada e não possuem nada em suas mãos.
    Tal qual a história do pirilampo citada pelo mestre, podemos ver o sapo coachando muito e o pirilampo voando mais alto...
    Confiram o vídeo e deixe o mestre consumado falar!
    Ygbere

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  2. Como uma religião que se pauta pela raiz forte, núcleo duro e múltiplas apresentações poderia ser diferente da constante atualização e resignificação? Pai Rivas dá mais uma vez o exemplo a ser seguido.
    Ashé Babá Mi!

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  3. Ao rever o vídeo de nosso mestre, pude aprofundar melhor meus pensamentos em relação a determinadas atitudes daqueles que foram expulsos da raiz e que continuam a utilizar sinais e ritos trazidos a público pelo mestre na década de 90.
    Ao ver os sinais em seus "pejis", perguntei-me se quando eles criticam o mestre, eles não se lembram que tudo aquilo foi dado pelo pai Rivas.
    Posso perceber que estas pessoas nunca tiveram um sentimento de pertença verdadeiro e que no hoje procuram mimetizar o mestre que idealizaram e que nunca poderiam ter, afinal como desejar lideranças de anjos se os mesmos estão mais para projetos de demônios.
    Na verdade o sentimento de pertença foi trocado pelo de referência, onde se imita a fala, o jeito, as vestimentas, os ritos e os sinais daquele que se inveja, e em situações piores a criatura começa a achar que é o próprio criador.
    É lamentável verificar tudo isso, ver que muitos anos foram jogados fora e nada restou, a não ser as críticas direcionadas a aquele que os retirou das maiores dificuldades, pois esqueceram do caráter e honradez que deveriam nortear as relações dos filhos de santo e de seu pai espiritual, lançando os ensinamentos e fundamentos sagrados a uma vulgaridade absurda.
    Bem fala o nosso mestre sobre retrocessos e avanços, pois o que tenho visto desde então é a busca destas pessoas por fundamentos do passado e que para nós ficaram no passado, pois as religiões afro brasileiras utilizam-se da tradição de constante mudança, onde não existem águas estagnadas, as mesmas são constantemente ressignificadas, tal qual o rio que Heráclito faz menção em sua teoria do devir.
    O hoje para nós tem sido de realizações e muito trabalho, e é assim que sempre vi nosso mestre falar e agir, sendo assim vamos em
    frente!
    Ygbere

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  4. Assistindo a fala do Mestre, fica uma reflexão sobre a diferença que existe na percepção das coisas superiores
    Um Mestre de verdade, esta acima, abaixo, do lado direito, do lado esquerdo e no meio, do conhecimento Magico ele consegue enxergar a espiritualidade na sua dinâmica de acordo o tempo e o espaço.
    Vivemos no universo que não está parado, todas as pessoas que são espiritualistas sabem, que o passado é o presente . E o futuro são os seus feitos do passado e do presente. A Umbanda, assim como as religiões afro-brasileiras, são visões espiritualistas que buscam interagir com o movimento do universo. Acredito que o Mestre abarca tudo aquilo que ele pode e consegue pegar dentro da sua percepção do Sagrado. Ou seja, Mestre é Mestre,essa é a diferença de um Mestre de foto e de direito.
    Axé, Obrigado pela sua paciência e amor

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