quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Corpo no transe religioso afro-brasileiro

O corpo é sempre discutido em nossas publicações já que ele tem função relevante dentro dos rituais afro-brasileiros e também na vida dos adeptos. A forma de lidar com o corpo, como algo sagrado (e não externo e pecaminoso) é marca da cosmovisão afro-brasileira, em suas múltiplas manifestações. Não há religião afro-brasileira que não tenha o corpo como um instrumento sagrado, como um veículo das divindades e ancestrais e como um dinamizador, receptor e veiculador de axé.
Nesta publicação aproveitamos para trazer à tona um texto apresentado no XIII Simpósio Nacional da Associação Brasileira das Religiões, em junho deste ano, na cidade de São Luis do Maranhão (Universidade Federal do Maranhão). Na ocasião, vários olhares se encontraram, especialmente o teológico, antropológico e sociológico, a fim de que os pesquisadores discutissem o campo religioso brasileiro de forma saudável e dialógica. Duas teólogas formadas pela Faculdade de Teologia Umbandista estiveram presentes, apresentando sobre o papel do corpo nos transes religiosos afro-brasileiros. O trabalho foi muito discutido o que denota que as discussões sobre o corpo e sobre o transe devem ser sempre e mais exploradas. E é este texto que aproveitamos para mostrar aos leitores do nosso blog. Boa leitura! Axé!

Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá
Rivas Neto (Arhapiagha) – Sacerdote Médico
Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”
Publicação 307

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