segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Religiões Afro-brasileiras: A Ciência do Orishá revelando o Arquétipo

Resumo

A psicologia do arquétipo introduzida na publicação anterior carece de mais alguns conceitos que serão discutidos nesta e próximas publicações.

Nesta publicação discute-se de forma sintética conceitos que são essenciais na compreensão do instigante tema: arquétipo – modelo comportamental adotado pelos “cavalos” ou “filhos de santo”.

Os conceitos estão conectados e tentarão explicar o porquê de ter-se afirmado de uma “civilização de extra-terrestres” (Orishas?!) que teria convivido com os Homens Planetários, justificando dessa maneira o “salto quântico” do Homo sapiens em relação ao Homo neanterthalensis.

Palavras-chave: Arquétipo, Ayiê, Orishá, Orun, Religiões Afro-brasileiras.


Abstract

The archetypal psychology introduced in the previous publication lacks a few concepts that are discussed in this and future publications.

This publication discusses in synthetic form concepts that are essential to understand the intriguing theme: archetype - behavioral model adopted by the "horses" or "sons of the saint."

The concepts are connected and try to explain why it claimed to be an "extra-terrestrial civilization" (Orishas?) that would have lived with the Planetary Men, thus justifying the "quantum leap" of Homo sapiens in relation to Homo neanterthalensis.

Keywords: Archetype, Ayiê, Orishas, ​​orun, Afro-Brazilian Religions.



RELIGIÕES AFRO—BRASILEIRAS - A CIÊNCIA DO ORISHÁ REVELANDO O ARQUÉTIPO

A psicologia do arquétipo introduzida na publicação anterior carece de mais alguns conceitos que serão discutidos nesta e próximas publicações.

Nesta publicação discute-se de forma sintética conceitos que são essenciais na compreensão do instigante tema: arquétipo – modelo comportamental adotado pelos “cavalos” ou “filhos de santo”.

Os conceitos estão conectados e tentarão explicar o porquê de ter-se afirmado de uma “civilização de extra-terrestres” (Orishas?!) que teria convivido com os Homens Planetários, justificando dessa maneira o “salto quântico” do Homo sapiens em relação ao Homo neanterthalensis.

O primeiro conceito é sobre a origem da vida planetária que a ciência acadêmica disponibiliza em três vertentes:

1ª - Origem Divina

- Extra- terrestre

3ª - Evolução das moléculas

A segunda vertente afirma que a vida terrena pode ter origem extraterrestre. Poderia ter vindo com os meteoros que bombardeiam incessantemente a crosta planetária. O princípio vital poderia ter adquirido forma de resistência (esporo) e ter conseguido sobreviver às altas temperaturas ocorridas quando o meteoro ultrapassa a atmosfera. Se houve essa possibilidade, porque não pôde haver “civilização extraterrestre” – O Orun e seus habitantes manifesto no Aiyê, sem solução de continuidade?

Vive-se num planeta de luz e sombra, de períodos diurnos (solares) e noturnos (ausência de luz). Associando a esse princípio à mente, a luz liga-se ao consciente e a noite ou sombra ao inconsciente, ou mesmo à sombra Junguiana, sendo esta um “arquétipo”, uma energia psíquica que é repositório da parte reprimida do ser humano, algo indesejado e ameaçador, principalmente por ser seus desejos e emoções incompatíveis com os padrões sociais vigentes.

Outro conceito acrescentado nesta publicação é o da individuação, processo de tornar-se um indivíduo ou de dar-se conta de que se é um indivíduo. O conceito inclui não apenas a idéia de que se é separado e diferente dos outros, mas também a idéia de que se é uma pessoa integral e indivisível (unidade ori/olori).

Nesta publicação disponibiliza-se o vídeo – Religiões afro-brasileiras – A ciência dos Orishás, como conhecimento complementar desta e da publicação anterior. No próximo trabalho dar-se-á continuação explicando-se o conceito de arquétipo nas várias Religiões afro-brasileiras. Axé!




Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá

Rivas Neto (Arhapiagha) – Sacerdote Médico

Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”

Publicação 181

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