quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Religiões Afro-brasileiras: avanços e retrocessos, divergências e convergência

Resumo

Temos, segundo nossas possibilidades, defendido a unidade e a universalidade de todas as coisas. Promovemos, em vários níveis, o respeito com as diferenças, com a alteridade, por intermédio de vários diálogos, sempre mais amplos.

Como observador buscamos ver com a clareza precisa a humanidade como uma família una, que transcende os limites geopolíticos do nacionalismo exclusivista.

Estamos lutando, assim como outros interessados pela humanidade, para derrubarmos as barreiras nascidas da ignorância e da abominável intransigência que separam homens, raças, nações, continentes, filosofias, ciências, artes e religião.

Também já declaramos o Sagrado, a espiritualidade universal, inerente a todo ser humano independente de seu credo. Como seres humanos todos temos a Espiritualidade, sendo necessário acessá-la, independe de ser ou não adepto da religião.

Palavras-chave: Equilíbrio sócio-espiritual, Faculdade de Teologia Umbandista, Convergência, Religiões Afro-brasileiras, Tradição de Síntese

Abstract
We have been, in our possibilities, defending the unity and universality of all things. We promoted at various levels, respect to the differences, with otherness, through various dialogues, more and more extensive.

As an observer, we seek to see with clarity humanity as one family that transcends the geopolitical boundaries of the exclusionary nationalism.
We are fighting, as well as others interested in humanity, to break down barriers born of ignorance and abominable intransigence that separate men, races, nations, continents, philosophies, sciences, arts and religion.

Also we have declared the holy, tje universal spirituality inherent in every human being regardless of their creed. As human beings we all have a spirituality, being necessary to access it, independent of whether or not adherent of the religion.

Keywords: Socio-spiritual equilibrium, Umbanda Theology University, Convergence, Afro-Brazilian Religions, Synthesis Tradition

Temos, segundo nossas possibilidades, defendido a unidade e a universalidade de todas as coisas. Promovemos, em vários níveis, o respeito com as diferenças, com a alteridade, por intermédio de vários diálogos, sempre mais amplos.

Como observador buscamos ver com a clareza precisa a humanidade como uma família una, que transcende os limites geopolíticos do nacionalismo exclusivista.

Estamos lutando, assim como outros interessados pela humanidade, para derrubarmos as barreiras nascidas da ignorância e da abominável intransigência que separam homens, raças, nações, continentes, filosofias, ciências, artes e religião.

Também já declaramos o Sagrado, a espiritualidade universal, inerente a todo ser humano independente de seu credo. Como seres humanos todos temos a Espiritualidade, sendo necessário acessá-la, independe de ser ou não adepto da religião.

Igualmente, procuramos desenvolver a Convergência ou Tradição de Síntese que conceituamos como: “Convergência não é uma simples combinação de idéias ou valores conflitantes, mas sim uma combinação de idéias e valores aparentemente diferentes que desaparecem como forma, persistindo em essência, para dar lugar a uma nova realidade superior” (Rivas Neto).

Assim, acreditamos que promover a Convergência pressupõe buscar uma visão direta e imediata do Sagrado, a Realidade Una, respeitando todas as religiões, filosofias, ciências e artes, entendendo-as como meios utilizados para o reencontro com o Sagrado.

Como sacerdote, escritor e médico temos propagado a síntese promovida pela Umbanda como forma de respeito a tudo e a todos. Apontamos o caminho para a Unidade que há de prevalecer no mundo a partir do terceiro milênio com seus cidadãos planetários.

Atualmente, em função da visão fragmentada que temos da realidade, necessitamos de métodos como os da filosofia, da ciência, da arte e da religião, como meios de avançar dialeticamente no sentido da apreensão de verdades cada vez mais abrangentes.

Almejamos uma sociedade onde todos tenham e exerçam, igual e efetivamente, seus direitos à saúde, educação, trabalho, lazer e a realização social, concretizando-as na neutralização dos preconceitos, causa primeira de toda desigualdade.

Precisamos, urgentemente, de mudanças paradigmáticas em nossa sociedade contemporânea, todavia, devemos ressaltar que as mudanças deverão ter início no indivíduo. A paz interna (indivíduo renovado) proporcionaria a paz de todos, a paz mundial.

No momento atual, o “destino” nos colocou, felizmente, na militância ativa, das religiões afro-brasileiras, sendo que nelas encontramos o instrumental vivo para exercer o que expusemos em outras linhas, ou seja, por intermédio de sua diversidade que neutraliza todas as cizânias e desigualdades várias, responsáveis pela miséria em todos os níveis.

Antes de prosseguirmos e demonstrarmos como, no final da 1ª década e prólogo da 2ª década do século XXI, tentamos manter as liberdades adquiridas nas religiões afro-brasileiras, por intermédio de sua característica fundamental – a diversidade – que neutralizam as forças naturais e sobrenaturais (negativas) que querem homogeneizar, codificar as Tradições afro-brasileiras. As mesmas estão calcadas no respeito às diferenças. A Tradição magna da diversidade propugna de forma ampla e irrestrita a necessidade de liberdade dialógica como forma de resistência e sobrevivência social, cultural, política, econômica e a Síntese Espiritual.

Com o mote de suster e defender o equilíbrio sócio-espiritual tão desestabilizado e assimétrico foi que tomamos para nós a empreitada de fundarmos a primeira instituição Umbandista de ensino superior, autorizada e credenciada pelo MEC – a FTU – Faculdade de Teologia Umbandista.

Muitos podem estar perplexos pela afirmação que fizemos com respeito ao mote principal da FTU. Antes de respondermos, vejamos quais os óbices fundamentais que enfrentamos.

Sucintamente, queremos citar os principais óbices para as mudanças sociais, que todos sabem serem lentas, pois somos conservadores por ideologia a nós imposta, sendo este o fator limitante, que impede mudanças paradigmáticas e outras que veremos.

Na alusão que faremos aos abalos no conservadorismo sócio-político-religioso, melhor perceberemos o labirinto que nossa civilização penetrou.

O primeiro abalo foi a revolução Copernicana, pois Copérnico provou que o planeta Terra não era o centro do Universo, e que os homens não eram também especiais, e muito menos o centro do universo.

O segundo veio por intermédio de Charles Darwin, o célebre autor da Teoria das Espécies ou Teoria da Evolução, que também afirmou que nós não éramos seres especiais criados por Deus para dominar a natureza.

O último golpe foi intenso, e por isso, até hoje continua mal assimilado. Nos referimos aos pressupostos freudianos, a Psicanálise de Sigmund Freud que “demonstrou” que a consciência é a menor parte e a mais frágil de nossa mente ou vida psíquica.

Os abalos citados nos parecem não foi o suficiente, pois ainda há no planeta homens sedentos pelo poder, que não vacilam por nada para mantê-lo, mesmo que isso seja prejudicial para a maioria, sendo o que ocorre. Poucos, uma minoria oligárquica, submete à sua vontade, uma maioria de indivíduos que se encontram na periferia da decisão, literalmente estão na periferia de todas as decisões, e o pior mesmo é a manutenção de tal estado de desigualdade, de iniqüidades em vários âmbitos, que tantos óbices, desde o Brasil colônia, têm trazido à sociedade brasileira.

Depois de nosso discurso muitos sentenciarão que somos comunistas, e queremos tirar o dinheiro dos ricos para dar ou dividir com os pobres. Ao contrário, não desejamos uma sociedade de pobres, mas sim, onde todos sejam ricos, eis o nosso desafio, e tudo sendo feito na paz, no bom senso e consenso.

Tudo bem, mas como fazê-lo?

Responderemos pela parte que estamos inseridos, ou seja, por dentro das religiões afro-brasileiras, que desde o século XVI, mas principalmente nos séculos XVII até os dias de hoje tem tido papel importante no equilíbrio da sociedade brasileira, mas que sempre foi vilipendiada, desprezada, preconceituada, principalmente pelas elites ou aristocracia (oligarquias) que alternavam o comando do país, o poder e o destino de nosso povo.

A vilipendiada “macumba” foi o marco importante do chamamento e também de reconhecimento de várias classes sociais discriminadas tais como negros, índios, mestiços, mas principalmente de pobres. A seguir outras classes sociais, as mais elevadas foram atraídas pelo chamamento, e lá permaneceram e muitos ainda permanecem. Na verdade todos foram chamados, não houve nenhuma exclusão. É, sim, a religião da inclusão total, da interdependência entre todos.

Aqueles que são abastados e estão nos terreiros sentiram-se felizes como nunca foram. Que ótimo! Chegou o momento da militância pela paz do mundo, promovendo meios para a paz e felicidade de todos, pela melhor distribuição de riqueza.

Os guias espirituais e os pais ou mães de santo do grupo-terreiro devem ter demonstrado como funciona harmoniosamente o terreiro, essencialmente justo e inclusivo. E então? Os mais abastados tem de observar a paz e felicidade que sentem no terreiro e tem de levar para a rua, assim como todos os demais. É isto que esperam os Bacuros, Encantados, Caboclos, Preto-Velhos, Exus e outros. Sim, levem o modelo para suas vidas, no trabalho, no lazer, no relacionamento com funcionários, enfim no relacionamento com o mundo. Que tal, vamos fazê-lo?

É por isso que somos favoráveis aos terreiros, principalmente os que têm essa militância (não precisa ser político), isto é, perceberam a real função das religiões afro-brasileiras, qual seja a de neutralizar a tremenda desigualdade que há entre os homens, desde o Brasil colônia, com suas divergências, desacertos como a ignominiosa escravatura do negro, o massacre do indígena brasileiro e o vilipêndio total ao pobre, ao deserdado pelo descaso ao social, de ontem e de hoje.

Continuemos, dando a palavra ao senso crítico, as ciências e vejamos se conseguimos detectar e se possível conseguir os meios para a resolução dos problemas citados.

Antes de penetrarmos nos conceitos do senso crítico, ouçamos algumas considerações do senso comum. O senso comum é um conjunto de concepções geralmente aceitas, como verdadeiras em determinado meio social. Porém, citamos de acordo com o filósofo belga Chaim Perelman (1912-1984), que afirmou: “o senso comum consiste em uma série de crenças admitidas por um determinado grupo social, cujos membros acreditam ser compartilhados por todos os homens” (Perelman, Apud – Cotrim).

O senso comum pode também estar contaminado por determinada ideologia, isto é um conjunto de ideias, que dissimulam a realidade que afirmam, porque mostram as coisas de forma apenas parcial ou distorcida ao que realmente são. O que se buscaria ocultar ou dissimular na realidade seria, por exemplo, nas religiões afro-brasileiras, o domínio de um grupo sobre os demais (a velha oligarquia de sempre) – daqueles que desejam homogeneizar a Umbanda para que ela tenha uma só forma de pensar, em único e totalitário rito. Mas qual seria o ritual? Claro que o do codificador. Deseja dominar, pois não se incomoda com a construção e vontade coletiva, quer sim impor suas idéias, enfim submeter a todos.

A alusão feita aos pretensos codificadores, faz com que a nossa mente nos remeta ao pensador do século XVII – Thomas Hobbes. Entreguemos a palavra a ele, e entenderemos as reais intenções dos codificadores. Para Hobbes, o homem embora vivendo em sociedade, não possui o instinto natural de sociabilidade. Cada homem sempre encara seu semelhante como um concorrente (muitos me encaram como concorrente) que precisa ser dominado.

Onde não houve um domínio de um homem sobre outro existirá sempre essa competição intensa até que esse domínio seja alcançado.

É lamentável que por dentro das religiões afro-brasileiras tenhamos essa visão distorcida da realidade, do Sagrado, da Espiritualidade. No caso das religiões afro-brasileiras há um processo que se antagoniza a essa violência que é a diversidade ritualística, característica indiscutível da Umbanda e demais Tradições afro-brasileiras.

Continuando o discurso de Hobbes, a conseqüência obvia dessa disputa infindável dos homens entre si teria gerado um permanente estado de guerra e de morticínio nas comunidades primitivas. Nas palavras de Hobbes: “o homem é o lobo do homem” ((homo homini lupus) – Hobbes Apud, Cotrin.

Hobbes baseou-se na concepção de uma natureza humana competitiva e destrutiva (concepção materialista-mecanicista) para a qual somente um poder forte do Estado teria condições de fazer frente.

Observem que é a mesma concepção seguida pelos pretensos codificadores de Umbanda. Querem codificá-la embora, ideologicamente, digam que não. A quem pensam estar enganando? Sim, são seguidores, mesmo que digam que não, de Hobbes, um autor do século XVII, que propugnava e legitimava, na época, em sua obra – Leviatã, o poder político absoluto.

Imaginem a distorção promovida pelos codificadores e outros mais, pois querem legitimar a violência, em pleno século XXI. Seus livros, ideias e ações imitam o Leviatã, querem de todas as maneiras codificar a Umbanda.

Eles afirmam que a Umbanda surgiu no século XX (com mito fundante e tudo mais), tal quais fizeram com a formação do Estado. Querem legitimar e “codificar seus interesses”, que todos sabem quais são.

O Estado que Hobbes se referiu, transposto para as religiões afro-brasileiras, é o mesmo do mito fundante e dos codificadores que desejam apenas uma só forma de pensar e fazer Umbanda, querendo “purificá-la”, tal qual os processos eugênicos que tantos malefícios e preconceitos trouxeram a humanidade. Dá agora para entender a nossa preocupação?

Depois destas considerações que iniciamos pelo senso comum, e a seguir comentamos o conservador e absolutista Hobbes, que é anti-libertacionista, recorramos a outro cientista (senso crítico), socialista histórico – Karl Marx (1818 – 1883) o qual afirmava ser o Estado produto e instrumento de controle da classe dominante.

Para o pensamento Marxista, o Estado não é simples mediador das lutas de classes. É uma instituição que interfere nessa luta de forma parcial, quase sempre tomando partido das classes sociais dominantes (pela violência). Assim a função do Estado é garantir o domínio de classe. Isso ocorre por sua origem. Nascido dos conflitos de classe, o Estado tornou-se a instituição controlada pela classe mais poderosa, a classe dominante. Qualquer semelhança com o que ocorre na Umbanda é simples coincidência...

Entreguemos novamente a pena, agora para outro corifeu do pensamento, o filósofo Engels, que afirmou: “Na maior parte dos Estados Históricos, os direitos concedidos aos cidadãos são regulados de acordo com as posses dos referidos cidadãos, pelo que se evidencia ser o Estado um organismo para a proteção dos que possuem contra os que não possuem”.

Nossa opinião corrobora com os “pensadores” do senso comum e do senso crítico (Hobbes, Marx e Engels). Esse é o mote pernicioso dos que desejam codificar a Umbanda e outras coisas mais. Sim, querem codificar, para mais fácil dominar, para submeter a todos os demais (seus concorrentes) contrários aos seus famélicos desejos.

Também acreditamos que todos esses que de alguma forma quiseram dominar, codificar são os maiores responsáveis pelo desaceleramento do crescimento da Umbanda e das demais religiões afro-brasileiras. Fizeram tantas atrocidades que o grande contingente de Umbandistas migrou para outros setores filosófico-religiosos.

Felizmente, parece que a migração cedeu, temos recebido mais prosélitos, o que demonstra maior credibilidade. Invariavelmente temos os terreiros cheios, como eram até o final da década de 70 e início da década de 80 do século passado.

Talvez a reversão do êxodo deveu-se a afirmação quase que diária, de que somos pela diversidade e convergência das Tradições afro-brasileiras, pois enquanto queremos aproximar, outros querem afastar, pelos motivos que todos sabem...

Depois de citarmos, segundo nossa ótica, avanços e retrocessos, mais uma vez chegamos a conclusão que necessitamos de convergência nas religiões afro-brasileiras.

Com esse intuito fundamos em 2003 (1ª turma iniciou em 2004) a Faculdade de Teologia umbandista – FTU, pois acreditamos na educação, e principalmente na Teologia com ênfase em Umbanda, como uma ação efetiva de promover mudanças paradigmáticas na sociedade.

Pela primeira vez os “marginalizados” e preconceituados adeptos das religiões afro-brasileiras, denominados equivocadamente de macumbeiros, tem a chance de freqüentar, orgulhosamente, de forma isonômica, uma faculdade autorizada pelo MEC, chancelada pelos órgãos do Governo Federal Brasileiro.

É um curso de Teologia (Bacharelado) de quatro anos em que o futuro teólogo tem o mesmo status de qualquer aluno de curso universitário, podendo, pois fazer pós-graduação (lato senso, stricto senso) como qualquer outro graduado.

Escolhemos a educação, pois queremos contribuir para banir definitivamente a ignorância, que infelizmente, muitos querem manter. Sim, desejam manter, pois haverá sempre aqueles que terceirizarão aos mantenedores do status quo a resolução de seus problemas, das coisas que não sabem resolver (má formação sacerdotal não será resolvida em cursos).

A Faculdade de Teologia Umbandista é favorável a todas as religiões, filosofias, ciências e artes, promovendo um ensino de excelência, pesquisa de ponta, e conexão direta: conhecimento acadêmico na rua, conhecimento acadêmico dialogando com o conhecimento popular tradicional, passando pelo saber teológico.

A Faculdade foi fundada por nós, pelos motivos que expusemos no texto, mas ela pertence na essência e na forma a todos os brasileiros, a todos os adeptos das religiões afro-brasileiras. É nossa forma de contribuir para enaltecer as religiões afro-brasileiras, mas principalmente, elevar o grau educacional (aumentar a visão de mundo) da tão vilipendiada e preconceituada comunidade das religiões afro-brasileiras, que creditamos representam o ethos do povo brasileiro. Boa leitura. Axé!

Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá

Rivas Neto (Arhapiagha) – Sacerdote Médico

Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”

Publicação 104



Referências Bibliográficas:


COTRIM, Gilberto. Fundamentos da Filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Saraiva, 2000.

HOBBES, Thomas. Leviatã ou matéria, Forma e poder de um Estado eclesiástico e civil. São Paulo: Editora Abril Cultural. Coleção Os Pensadores, 1984.

MARX, Karl & ENGELS, Friedrich. Manifesto Comunista. Rio de Janeiro: Garamond, 1998.

RIVAS NETO, F. Umbanda – A Proto-Síntese Cósmica, São Paulo: Ed. Pensamento-Cultrix, 2008.

RIVAS NETO, F. Sacerdote, Mago e MédicoCura e Auto-cura Umbandista. São Paulo: Ícone, 2003.

Um comentário:

  1. Caro Rivas

    Tenho gostado de muito de vossos artigos neste blog. espero oportunamente poder trocar algumas palavras com o Sr. Um otimo 2011. Axé!

    Prof Dr Sidney N. Oliveira

    http://macumbanaacademia.blogspot.com/

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