segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mapa Kármico, Mapa Genético e Imunogenético explicando as doenças manifestadas pelos doentes

RESUMO

As doenças são determinadas por um desequilíbrio do sistema imunogenético. Algumas devem-se à diminuição do sistema imunológico, permitindo a invasão de “agentes patológicos” ou à exacerbação da função do sistema imunológico, que passa a destruir o próprio indivíduo nas chamadas doenças auto-imunes, como os reumatismos, as colagenoses, etc.

Para compreender os mecanismos de formação das doenças, bem como as bases da autocura umbandista, devemos nos situar quanto à fisiologia do organismo astral lembrando que o mesmo capta as puras vibrações espirituais dos Orixás por intermédio de sete centros de iluminação principais distribuídos ao longo do eixo do organismo astral. São os conhecidos chakras que captam as linhas de forças sutis, sendo que cada centro capta as linhas de forças em proporções correspondentes ao Orixá que governa aquele centro.

Por isso a importância, no processo de cura e autocura umbandista, de atuar sobre os chackras, eliminando interferências negativas e ajustando suas freqüências com impacto direto sobre o sistema kármico-imunogenético.

Palavras-Chave: Autocura Umbandista, Chakras, Doenças, Mapa Imunogenético, Medicina de Síntese

ABSTRACT

Diseases are determined by an imbalance of the immunogenic system. Some are due to a decreased immune system, allowing the invasion of pathogenic agents or the exacerbation of immune system function, which begins to destroy oneself with autoimmune diseases such as rheumatism, collagen diseases etc.

To understand the formation mechanisms of diseases and the bases of umbanda’s self-healing, we must look to the astral body's physiology, remembering that it captures the pure spiritual vibrations of the Orishas through seven major centers of enlightenment distributed along the center line of the astral body. They are what we know as chakras, which capture the lines of subtle forces, where each center captures the power lines in proportions corresponding to the Orisha who governs that center.

That’s the importance, in the process of umbanda’s healing and self-healing, of acting on the chakras, eliminating negative interference and adjusting their frequencies with direct impact on the karmic-immunogenic system.

Keywords: Umbanda’s Self-Healing, Chakras, Diseases, Immunogenetic Map, Synthesis Medicine

MAPA KÁRMICO, MAPA GENÉTICO E IMUNOGENÉTICO EXPLICANDO AS DOENÇAS MANIFESTADAS PELOS DOENTES

Em 1990, ao iniciar-se o Projeto Genoma Humano (PGH) apenas 4550 genes humanos haviam sido identificados; cerca de 1500 genes haviam sido associados a localizações específicas nos 46 cromossomos e algumas dentre cerca de 4000 doenças genéticas existentes haviam sido entendidas em nível molecular.

No século XXI, com incentivo da iniciativa privada no Projeto Genoma, deu-se uma preferência a abordagem dirigida apenas aos genes que possuíam interesse para a cura de doenças. O setor público e a iniciativa privada passaram a rever seu cronograma e processo de seqüenciamento foi acelerado.

O genoma humano como estudamos em outros textos é o código genético humano. O PGH consistia num programa técnico científico que objetivava conhecer o genoma do Homo sapiens em sua totalidade, ou seja, visava mapear e seqüenciar todos os genes humanos.

O PGH corrobora com a filosofia esposada pela medicina Integrativa ou de Síntese preconizada pelas Religiões afro-brasileiras a qual defende que a etiologia da maioria das doenças é manifestação dos doentes e tem como fator desencadeante a imunogenética, que tem seus fundamentos na genética.

Iniciemos reafirmando que o organismo físico é o veículo mais denso da personalidade. Embora um modelo de corpo físico seja seguido por toda a humanidade, cada ser espiritual, ao encarnar, imprime sobre a matriz do corpo físico suas características próprias, que se expressarão como detalhes da forma que constituem a cor de pele, altura, cabelos, massa muscular, etc., bem como habilidades ou deficiências físicas.

Assim, o organismo físico do ser encarnante obedece às particularidades vibratórias do organismo astral que, por sua vez, é um reflexo do organismo mental, o primeiro a receber as vibrações do Espírito.

Para que todos os seres espirituais cujos karmas estivessem afetos ao sistema evolutivo do planeta Terra pudessem se expressar de maneira harmoniosa, os arquitetos da Forma (executores dos Orixás) desenvolveram um modelo de organismo físico que atendesse às nossas necessidades. Com esse intuito foram criados os reinos mineral, vegetal e animal, para servir de suporte vibratório aos terráqueos que começaram a encarnar a partir do surgimento dos humanídeos.

Contudo, além do modelo básico de corpo, afinizado ao sistema evolutivo terreno e ao karma coletivo dos seres encarnantes no Planeta Terra, era necessário também estabelecer um sistema que permitisse a impressão de características individuais para se adaptar às necessidades especificas de cada ser espiritual. Considerando que o karma não é estático, que precisamos todos ter o maior dinamismo possível a cada encarnação, os Senhores da Forma permitiram que esse sistema de tradução das necessidades kármicas individuais e coletivas trouxesse aspectos estáticos e também dinâmicos.

É claro que estamos falando do sistema genético, o código formado pelos cromossomos existentes nos núcleos das células; eles carregam os genes, que determinam todas as características do ser humano, tanto individuais, como a cor dos olhos, o formato do rosto, a estatura e coletivas, quanto às características de gênero, espécie, sexo, sistemas orgânicos, etc.

No momento da concepção o óvulo e o espermatozóide trazem as características do homem e da mulher que, juntos, darão a vida a um outro ser. Cada um dos gametas carrega consigo 23 cromossomos que trabalharão formando pares com seus correspondentes no outro gameta quando estes se fundirem, constituindo a célula-ovo. Assim, o óvulo traz 22 cromossomos autossômicos e um cromossomo sexual do tipo X, enquanto o espermatozóide traz 22 cromossomos autossômicos e um cromossomo sexual que pode ser X ou Y. Se for X, o ser encarnante será XX, ou seja, um indivíduo do sexo feminino; por outro lado, se o espermatozóide contiver o cromossomo Y, então o ser encarnante será XY, quer dizer, um indivíduo do sexo masculino.

Devemos ressaltar que no momento da fecundação, em obediência ao karma do indivíduo que reencarnará, espíritos técnicos nesse mister selecionam o espermatozóide que contém a combinação genética mais apropriada ao caso e promovem o sobre o mesmo um acréscimo energético que garantirá que seja aquele espermatozóide e não outro a fecundar o óvulo preparado para a concepção. Assim, o indivíduo que reencarnará terá as condições orgânicas necessárias para manifestar-se segundo sua condição espiritual.

Dissemos que o sistema genético tem um componente estático e dinâmico; características estáticas são, por exemplo, a cor dos olhos, dos cabelos, o tipo sanguíneo, o sexo, as características dinâmicas são as tendências que trazemos na personalidade encarnada como, por exemplo, a capacidade intelectual que pode existir e não ser desenvolvida. Na verdade, a maior parte do nosso karma é dinâmico e se altera conforme nossa conduta durante a encarnação. Isso inclui os hábitos como a alimentação, o exercício físico e, principalmente a qualidade de pensamentos e sentimentos que cultivamos; tudo isso afetará nossa saúde.

Mesmo quando trazemos predisposições genéticas, por exemplo ao diabetes ou ao câncer de mama, as doenças podem se manifestar ou não conforme nossa conduta; podem também se manifestar de forma mais agressiva ou de forma mais branda. Isso tudo é possível graças ao sistema genético, que é qualitativo e quantitativo. Qualitativo porque podemos carregar o gene de determinada doença, mas é também quantitativo porque esse gene pode estar ativo ou inativo e, se ativo, pode estar muito ou pouco ativo. Na biologia, denomina-se esse mecanismo de penetrância e expressividade gênica.

Os genes são constituídos por DNA (ácido dessoxirribonucleico), que é uma sequência de nucleotídeos (polímero) que são formados por um açúcar (pentose), um radical fosfato e uma base nitrogenada, podendo ser esta uma purina (adenina, guanina e uracila) ou uma pirimidina (citosina e timina). Cada três nucleotídeos, de acordo com a sequência de bases nitrogenadas formadas, serão responsáveis pelo acoplamento de um aminoácido no processo de formação de proteínas. Assim, os genes determinam a formação das proteínas no organismo e estas regulam as atividades de células, tecidos, tecidos e órgãos.

Compreendendo os mecanismos básicos do sistema genético, poderemos agora observar um outro sistema que atua intimamente ligado aos genes, que é o sistema imunológico. Esse sistema é responsável pelos meios de defesa do organismo, bem como pela modulação de atividades orgânicas e pela remoção de elementos anômalos originados pelo próprio indivíduo.

Lançando mão de mecanismos humorais (anticorpos, citocinas, etc) e celulares (células brancas do sangue, etc), ele dá a impressão geral da identidade do indivíduo, distinguindo o que é próprio (self) e não próprio (non-self). O equilíbrio dinâmico do sistema imunológico permite a detecção de elementos estranhos (non-self), como uma bactéria invadindo o pulmão, e a ativação de mecanismos para a exclusão do potencial agente nocivo. O sistema imunológico exerce, no corpo físico, função semelhante à que a aura exerce no organismo etérico e astral, reconhecendo as energias e seres espirituais afinizados com o indivíduo.

As doenças são determinadas por um desequilíbrio do sistema imunogenético. Algumas devem-se à diminuição do sistema imunológico, permitindo a invasão de “agentes patológicos” (aqui não nos referimos apenas às doenças infecciosas, mas a todas as doenças), ou à exacerbação da função do sistema imunológico, que passa a destruir o próprio indivíduo nas chamadas doenças auto-imunes, como os reumatismos, as colagenoses, as doenças desmielinizantes, as púrpuras trombocitopênicas, etc.

Para encerrarmos o estudo do aspecto físico do sistema imunogenético, resta-nos dizer que ambos os sistemas atuam em conjunto com os sistemas nervoso e endócrino, de tal forma que um abalo no sistema genético ou imunológico desencadeia no sistema neuro-endócrino, que modula as atividades dos diversos órgãos e sistemas.

Vejamos agora em nível sutil, no organismo astral, como acontece a diferenciação dos indivíduos e suas predisposições às doenças.

Sabemos que o corpo físico se forma a partir do organismo astral, tendo este como molde ou matriz, quer dizer, o organismo físico é uma concretização, um reflexo do organismo astral e não o contrário. Em linhas gerais, podemos dizer que toda matéria do Universo Natural é produto da condensação, maior ou menor, das linhas de forças sutis, que são emanações dos Orixás e formam feixes eletromagnéticos, energia modulada.

Da mesma forma, o organismo astral capta essas linhas de força, segundo a capacidade do indivíduo e sua sintonia com os Orixás, isso em função de sua situação perante a Lei Kármica. O organismo astral retransmite essas linhas de força ao organismo físico, promovendo uma densificação das mesmas para que se concretizem em matéria física densa.

Infelizmente, a maioria de nós encontra-se espiritualmente afastada da harmonia com o universo e com os Orixás. Devido às nossas distorções conscienciais, apresentamos um organismo astral anômalo, com centros de recepção das linhas de forças sutis defeituosos, deformados. Em conseqüência disso, quando a pura vibração espiritual do Orixá chega ao indivíduo, encontra uma barreira formada pelas baixas freqüências do ser em questão, gerando processos como reflexão, refração ou difração.

Isso quer dizer que, embora haja abundância de linhas de força sutis puras no universo, nós conseguimos captar pouco e, quando captamos, ainda distorcemos essas energias, deformando-as ainda mais quando da densificação das mesmas na transição do organismo astral para o etéreo-físico.

Por fim, para compreender os mecanismos de formação das doenças, bem como as bases da autocura umbandista, devemos nos situar quanto à fisiologia do organismo astral lembrando que o mesmo capta as puras vibrações espirituais dos Orixás por intermédio de sete centros de iluminação principais distribuídos ao longo do eixo do organismo astral. São os conhecidos chakras que captam as linhas de forças sutis, sendo que cada centro capta as linhas de forças em proporções correspondentes ao Orixá que governa aquele centro.

No centro de iluminação coronal, por exemplo, a energia predominante é a mental abstrata, ou simplesmente, Espiritual. Mas também há, em proporções menores as energias mental concreta, etérica, eólica, hídrica e telúrica. O mesmo acontece com os demais centros de iluminação.

Cada indivíduo, na dependência da soma de suas experiências kármicas, estará com seus centros de iluminação mais ou menos aferidos com as forças sutis dos Orixás. Segundo as proporções de energias que efetivamente o indivíduo consegue captar, com ou sem distorção, estabelece-se um mapa kármico, com um código de barras que será, ele sim, o determinante para a realização do mapa genético do corpo físico.

Por isso a importância, no processo de cura e autocura umbandista, de atuar sobre os chackras, eliminando interferências negativas e ajustando suas freqüências com impacto direto sobre o sistema kármico-imunogenético.


Nos próximos textos aprofundaremos os fundamentos do mapa genético como sendo a manifestação do “código de barras espiritual”, representando a atuação direta do poder volitivo do Orixá na formação dos vários “corpos”, inclusive o corpo físico denso. Esse é o motivo de dizermos que somos filhos dos Orixás, de todos os Orixás, embora em cada existência tenhamos a influência direta de um Orixá principal (Olori – o dono da cabeça) e de um Orixá secundário (“Juntó” ou Adjunto). Axé!

Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá

Rivas Neto (Arhapiagha) – Sacerdote Médico

Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”

Publicação 62

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