quinta-feira, 13 de maio de 2010

Terapia da Síndrome da Fadiga Crônica

FARMACOTERAPIA

Apesar dos avanços incontestáveis da medicina oficial, em especial a farmacologia, com suas pesquisas de ponta, nenhum tratamento médico efetivo é conhecido.

Alguns medicamentos avultam como sintomáticos, principalmente nos processos álgicos, mas como dissemos paliativos.

Quando o quadro clínico estiver associado à depressão, alguns antidepressivos com características sedativas podem ser úteis. Os medicamentos mais utilizados são:

- Bupropiona (auxilia quando cursa com depressão)

- nefazolona (diminui a dor, melhora o sono e a memória)

- metilfenidato (auxilia a diminuir a fadiga)

PSICOTERAPIA

- A mais importante é a de apoio. O bom relacionamento médico x paciente (rapport) - o médico como principal remédio (efeito placebo).

- Terapia orientada para o insight (vide publicação 34).

- Terapia cognitiva comportamental (idem).

- Terapia de apoio (idem).

- Vivência-terapia continuada em grupo. A identificação e compartilhar experiências com os outros (com o mesmo problema) tem trazido benefícios, aumenta a auto-estima e traz esperança.

TRATAMENTO PRECONIZADO PELAS RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS

1. Identificar a causa sobrenatural que afeta o indivíduo.

2. Na maioria dos casos se encontrará agressões espirituais, mais ou menos complexas, mas todas, sem exceção, terrivelmente lesivas ao psiquismo e a correspondente somatização exuberante, impedindo o indivíduo de continuar suas atividades cotidianas.

3. Os remédios, os vários padrões utilizados visam atuar na causa (espiritual) neutralizando a influência deletéria (uma ou mais mentes atuando de forma contundente ou “vampirizando” as energias vitais do indivíduo).

4. Os remédios devem atuar no nível da mente sutil, por decorrência na mente densa (corpo físico), num processo, cujo modelo aproximado, é de inverter campos elétrico-magnéticos, ou seja, determinados ritos que são remédios deslocam o(s) agressor(es) alterando a sintonia vibracional (inversão de campo vibratório). Em futuro não distante a ciência oficial acadêmica perceberá que chás, banhos de descarrego, de purificação, de elevação ou propiciatório, defumações e outros elementos da terapia espiritual das religiões afro-brasileiras são eficientes. Entendido o processo (Medicamentos Elétrico-Magnéticos) teremos nesses remédios um poderoso aliado no combate às diversas enfermidades que infelicitam o ser humano. Esperamos, sem ansiedade, tal evento que coroará de êxitos a união espiritualidade e ciência.

5. Quanto aos ritos e diálogos com os ancestrais ilustres (caboclo, preto-velho, baiano, boiadeiro, marinheiro, mestres, exus, etc) são também de eficiência comprovada (dialogo como terapia).

6. Todos os demais remédios: diálogo com os ancestrais ou consultas com as entidades espirituais, suas orientações, “passes” e ritos de fundamento que proporcionam equilíbrio, renovação do axé e canalização com os Orixás (bori, bará, sacudimento e ebó, amaci - ervas de poder magístico – pote de abô, pote ewe exu) tem resultados positivos comprovados.

7. Além dos aspectos terapêuticos devemos sinalizar os efeitos profiláticos, que impedem o deflagrar de enfermidades, cremos ser esta a ação mais efetiva. Prevenir é sempre melhor que remediar.

No desejo de trazermos luz a intrigante e instigante discussão, disponibilizamos vídeo – “Preparo dos remédios nas religiões afro-brasileiras” que traduz o que vimos afirmando.

Espiritualidade e saúde a todos! Axé!



Caso não consiga assistir o vídeo, clique aqui

Aranauam, Motumbá, Mucuiú, Kolofé, Axé, Salve, Saravá

Rivas Neto (Arhapiagha) – Sacerdote Médico

Ifatosh'ogun "O sacerdote de Ifá que tem o poder de curar”

Publicação 36

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